Marina está treinando para sair de passista da Caprichosos de Pilares no Carnaval, pois agora anda sambando loucamente dentro da barriga e me dando muitos pontapés, ponta-cabeças, ponta-mãos ou sei lá o que. O certo é que é muito legal poder sentir ela se mexendo assim.
Estou baixando umas músicas da internet para fazer um CD para ela: Mozart for babies,Trem da Alegria, Arca de Noé etc, afinal ela já pode ouvir, né?
Seu bebê ainda pode mudar de posição a toda hora nadando no líquido amniótico, já tem uma infinidade de glóbulos vermelhos no sangue e seu organismo começa a produzir os glóbulos brancos, responsáveis pela defesa.
Nesta semana, com aproximadamente 26 cm de comprimento e cerca de 360 gramas de peso, ele já começa a ouvir ruídos e a distinguí-los do som da sua voz. Portanto, é importante que a partir desta fase, você converse bastante com ele. Esta conversa deve ser de uma maneira suave e carinhosa, pois influenciará diretamente na sua fala e escuta. Da mesma forma com que ele identifica sua voz, consegue identificar tipos de música. Quanto mais violentas, maior será seu desagrado. Os pontapés são reações pelas quais ele comunica esse desagrado. Portanto, é aconselhável que você escute músicas clássicas, como por exemplo, as de Vivaldi e Mozart. Situações traumáticas ou desastres naturais vividos por você, também atingem o estado emocional do seu bebê.
Fonte: Planeta Bebê
Escrito pela Mamãe

Estou lendo Quando o corpo consente escrito por três mulheres: Marie Bertheart - a grávida; Thèresé Bertheart - a mãe da grávida; e Paule Brung - a parteira.
O livro é um relato da gravidez de Marie com observações feitas da Mãe dela, que é fisioterapeuta e da parteira, sobre parto, relaxamento e coisas afins de gestação.
Estou aqui emocionada com a parte em que Paule descreve a 3ª fase do parto: A expulsão:
(...) Começa então a surgir a cabeça, uma pequena bola de cabelos, o occipício (parte ínfero-posterior da cabeça) na frente. Deixa-se que ela saia suavemente, com ternura. Aparece o rosto, a cabeça um pouco virada. Um ombro se libera, depois o outro. A mãe pode estender as mãos para pegar o bebê, que vem naturalmente e desliza devagar para fora. A parteira ajuda-a um pouco, pega-o por baixo dos braços e tira-o todo do corpo da mãe. Tudo se acalma. É comovente e muito simples. A mãe coloca o bebê sobre a barriga, pele junto à pele. Ele está melado, molhado, ela o acaricia, olha para ele e lhe fala. Ele segura a mãe pela cintura, escuta o batimento tão conhecido e tranqüilizador de seu coração. Às vezes, ele esboça uns movimentos de reptação (arrastar-se) e há bebês que procuram o seio. (...)
Isso me pareceu quase uma dança, um namoro, uma coisa assim. Reparem que ninguém falou em choro, posição, corte, anestesia, nada disso. É muito delicioso saber que posso ter este primeiro contato com Marina assim: ela sai de mim, sente que está segura, se tranqüiliza ao ouvir que sou eu, pela minha voz e pelo meu coração batendo... e assim podermos ter uma interação perfeita e completa, sem traumas para nenhuma das duas.
Peraí... as adeptas da cesárea, que me desculpem, mas vocês não estão morrendo de inveja de uma mulher que escolhe e pode, ter seu bebê assim??????? DUVI-DE-Ó-DÓ!!!!
Ah, me falam sobre dor????????? Numa boa? Todas as mulheres que conheço que tiveram parto normal, são unânimes em dizer que depois que o bebê nasce a dor é esquecida imediatamente. A natureza é sábia! Nada, nem uma dor de parto se compara a você ser a 1ª, digo a 1ª, pessoa a pegar seu bebê nos braços e poder acalentá-lo e afagá-lo como ninguém mais no universo saberia fazer!
Sim, é uma questão de escolha pessoal... mas me digam que existe alguma mulher que não gostaria, mesmo com medo das dores (o que para mim não é irrelevante, a dor) estar acordada, consciente e poder ter um contato tão único com este ser que ficou dentro dela durante tanto tempo , me digam?
Escrito pela Mamãe

E aí, galera, gostaram do novo lay-out do blog? Obra da mamãe, parabéns pra ela!
Depois eu falo que essa menina vai nascer com o mouse na mão e ela reclama, hehehehe :-)
Bom, essa música, imortalizada na voz do Simonal, na verdade tem uma história é pra família toda! É o seguinte:
Minha mãe tinha uma grande amiga no Rio, tb professora, chamada Marina. Qdo viemos para Brasília (meu pai era militar), obviamente a minha família perdeu o contato com a família da Marina.
Pois bem, um belo dia, estávamos todos escutando música, qdo começa a tocar a Sá Marina. Eis q do nada a Márcia (minha irmã) começa a chorar q nem uma bezerra desmamada. Meu pai achou estranho e ficou curioso pra saber o pq daquilo. Botou a música de novo. Nova cachoeira de soro caseiro ... Tinha relação com a música, óbvio!!!
Passado um tempo, minha mãe, q era aposentada por invalidez e tinha q viajar periodicamente ao Rio para perícia médica, viajou pro Rio e descobre que a sua amiga Marina tinha falecido. Quando? Justamente na semana q a Márcia chorava com essa música! Resultado: agora ninguém na família mais pode escutar a música sem chorar ... :-)
Coincidência? Espiritismo? Controle da mente? O Padre Quevedo explica? Façam suas apostas ... :-)
Escrito pelo Papai

Sim! Agora o blog tem musiquinha de fundo. Para os que não conseguem ouví-la e/ou não conhecem a música é Sá Marina do Wilson Simonal. Segue a letra:
Descendo a rua da ladeira
Só quem viu, que pode contar
Cheirando a flor de laranjeira
Sá Marina vem pra dançar
De saia branca costumeira
Gira o sol, que parou pra olhar
Com seu jeitinho tão faceiro
Fez o povo inteiro cantar
Roda pela vida afora
E põe pra fora essa alegria
Dança que amanhece o dia pra se dançar
Gira, que essa gente aflita
Se agita e segue no seu passo
Mostra toda essa poesia no olhar
Deixando versos na partida
E só cantigas pra se cantar
Naquela tarde de domingo
Fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
Essa música tem uma história antiiiiiiiiiiiiiga na vida do Pai da Marina, mas vou deixar isso para ele contar, se conseguir escrever sem chorar, né? (mas espero que mesmo chorando, escreva, heheheheheheheh).
Escrito pela Mamãe

E quem não as faz, que atire a 1ª pedra!
Minhas promessas são começar as caminhadas, se a chuva der uma trégua, e voltar para a Hidroginástica o quanto antes, que na verdade só comecei e não continuei.
A promessa do Pai é parar de fumar. Com hoje, são 5 dias cumprindo. E eu nem comecei as minhas.



