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Tudo de bom
POR QUÊ CyBErBÊ?
Parto Humanizado
Amigas do Parto
Amigas do Peito
.:Posts Anteriores - Arquivo:.
Perfil da Mamãe
Nome: Carla Coelho Idade: 30 anos Natural de: Brasília
Signo: Sagitário com ascendente em Escorpião
Perfil do Papai
Nome: Marcelo Coelho Idade: 37 anos Natural de: Rio de Janeiro
Signo: Aquário com ascendente em Aries
Perfil da Marina
Nome: Marina Coelho
Idade: 1 ano
Natural de: Brasília
Signo: Gêmeos com ascendente em Capricórnio
Horóscopo Chinês: Galo
Data: 21/05/2005
Hora: 20:15 h
Tipo de Parto: Natural hospitalar
.:Relato do Parto da Marina:.
Momentos Importantes
Segurei um brinquedo: com quase 3 meses (19/8/05)
Sentei: com 4 meses e meio (6/10/05)
1ª risada: com 5 meses (24/10/05)
1ª palavra: "mamã" com 5 meses (23/10/05)
1ª comida: com 6 meses e 8 dias (29/11/05)
Virei: com quase 9 meses (12/2/06)
Engatinhei: com 10 meses e meio (10/4/06)
Andei: com 1 ano, 3 meses e meio (10/9/06)
Marina usa
Roupa: Tamanho 2 ou 3
Sapato: 22/23
Fralda: Pampers XG (total protect/total confort)
Shampoo: Mamãe e bebê
Condicionador: Mamãe e bebê
Sabonete: Glicerina da johnsons
Hidratante: johnsons, Tunny Toons ou Mamãe e Bebê
Perfume: Não usa
Prendedor de cabelo: de todos os tipos e tamanhos, não pode ficar sem, haja cabeleira!
Lista de Desejos da Marina
Visitantes Online:
Vale à pena reler
* 5 coisas que fazem da minha filha um gênio
* Marina falando - Vídeos
* Marina brinca - Vídeos
* Marina bate palmas - Vídeo
* Marina come pela 1ª vez
* Amamentar: tô nessa de peito aberto!
* 1º mesversário - celebração da vida!
* 21 de maio- Nasceu a Marina!
Outros Bebês
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O dia-a-dia da Sereia
[Quinta-feira, Março 22, 2007]
Dias Complicados ou Confusões da Semana II
Eu tinha que vir escrever este post, por que o que tem acontecido por aqui é digno de se deixar guardado para que a gente ria muito quando o sufoco acabar.
Na terça feira dia 6/03 eu e Marcelo fomos a consulta com o otorrino dele para agendarmos a cirurgia de ¿apneia¿ dele que consiste em desvio de cepto + adenóide + extração das amídalas + endurecimento do palato. Marcamos para quinta-feira dia 15. Até aí tudo normal: eu deixaria a Marina na casa dos avós novamente, pegaria o carro deles emprestado para levar o Marcelo ao hospital na quinta de manhã, pois a previsão de entrega do meu carro era só para o dia 20 (e ficou pronto só dia 21 e vocês logo vão saber por q). Só que ninguém contava que na quarta-feira de manhã, depois de voltar à escola por 2 dias, Marina estivesse com conjuntivites e nos fizesse ir ao oftalmologista às pressas. A médica é um doce, Marina se sentou, super comportada na cadeira para ver ¿a luzinha¿ foi ótimo, tirando o diagnóstico que ia complicar um pouquinho mais a logística do dia seguinte.
Bem, peguei meu 1º atestado, para ficar com Marina que fazia shows memoráveis receber as gotinhas nos olhos, PUTZ!!!
Eu e ela fomos dormir na casa dos meus pais e Marcelo foi dormir na casa do pai dele para que o pai o acompanhasse até a internação (que seria às 6:30 da manhã) e eu o encontrasse lá mais tarde, depois de ter pingado o colírio na Marina.
Cheguei ao hospital às 11:00 e Marcelo já tinha saído da cirurgia e estava bem. Quando chegou no quarto eu estava lá com o pai dele o esperando. Fiquei o resto do dia e a noite e até a alta dele na tarde do dia seguinte e meus pais agüentando a pequena e as gotinhas do colírio. Passamos o sábado na casa dos meus pais e o domingo na casa dos deles como sempre, já com o meu carro, que papai tinha tirado da oficina, pronto na sexta-feira.
Na volta para casa, há um km de casa na verdade, passei a roda do carro em uma cratera que acabou com a suspensão, a roda e o pneu do carro (gente, sempre fui ótima de buracos, acerto todos!), mas como estávamos próximos de casa e Marina dormindo como um anjinho, preferi ir até em casa e ligar para o guincho no dia seguinte.
Segunda-feira, Marcelo amanheceu com uma dor insuportável na garganta que as 50 gotas de dipirona de 4 em 4 horas não estavam resolvendo, então: chamei o guincho p/ o carro e depois liguei para o médico, que naquela manhã não estava no consultório e sim em hum hospital, peguei um táxi, levei o Marcelo até lá, ele examinou, receitou outro analgésico mais forte e fomos até o serviço dele entregar o atestado da cirurgia. Chegando lá, e graças à deus Marcelo estava no táxi, eles só recebiam o atestado com a perícia médica e ficamos aguardando a danada e o táxi esperando também... voltamos para casa paramos na farmácia que, por um acaso não tinha o bendito remédio, mas o balconista gentilmente nos informou que a 300 metros dali tinha outra farmácia que tinha a medicação. A dor do Marcelo era tão grande que ele topou a caminhada, mesmo estando praticamente de jejum desde sábado. Compramos a medicação e voltamos para casa apé. Marina ainda estava de conjutivite e por isso não podia ir para a escola, ou para o parquinho de areia, nem sequer tomar sol e por estarmos os dois em casa e eu dando muita atenção ao pai, ficou enciumada e muito danadinha.
Como estava sem casa e com um marido operado em casa, não podia nem levar a menina ao shopping ou algo assim, tínhamos de ficar em casa fazendo de tudo para distrair Marina (que estava sem sua caixa de DVDs pois eu o avia esquecido debaixo do banco do meu carro) para que ela não quisesse ficar pulando o tempo todo em cima da barriga do pai.
Liguei p/ meu pai e propus que trocássemos o carro do Marcelo pelo dele para que eu não ficasse o tempo todo de táxi (eu só dirijo carros hidramáticos) e ele veio fazer a troca.
Na terça pela manhã fui às compras pois a despensa (viu tia hélcia decorei como se escreve...) de casa estava vazia. Fiz a lista de compras, peguei a bolsa e saí, como na semana retrasada tinha me esquecido da carteira e tive de voltar do supermercado para busca-la, conferi: tava lá. Mas qual não é a ironia de destino, que ao chegar no supermercado e procurar a lista de compras... CADÊ A LISTA???Adivinhem o que aconteceu???
Cheguei em casa de volta mais de meio dia, morta, acabada arrasada e com a notícia de que Marina tinha atentado tanto o pai operado que ele havia a colocado de castigo 2 vezes e batido nela 1. Coitadinho!!!
Marcelo mesmo com a medicação mais forte não conseguia comer quase nada, apenas água e umas colheradas de iogurte e sorvete, comida de sal, nem pensar... ele estava praticamente de jejum todos esses dias e com muita dor. Ele realmente não tinha como ficar cuidando da Marina e como ela não podia ir para o colégio por conta da conjutivite e eu não podia tira-la de casa por q tinha que controlar os horários de remédio do marido tive que me virar com o que tínhamos em casa: fui a locadora aluguei uns DVDs para a pequena e quando fui faze compras comprei uma ¿Barbie genérica¿, que ele chama carinhosamente de Cinderela, com umas roupinhas para trocar e ficamos brincando disso.
Na quarta tudo parecia que ia melhorar, Marina já estava sem secreção nos olhos e decidi mandá-la para a escola. Marcelo ainda em jejum, coitado, estava tonto e sem ânimo para nada, contava as horas para a consulta de revisão da cirurgia. Brincamos de manhã bastante na banheira e Marina tirou aquele sono dos anjos até a hora do almoço. Na hora de sairmos para o colégio o céu despencou. Gente, despencou de verdade...a rua era um rio só. Tive de levar a empregada-babá comigo para deixar Marina na escola... chegando lá, imaginem o tamanho da fica de carros para deixarem os filhos secos e com segurança dentro do colégio...pois é! Mas ela gostou de ir, estava com saudades, mesmo sendo a babá a deixar ela na sala, não reclamou.
Voltei em casa pequei o Marcelo, fomos ao médico ele fez a revisão e disse estar tudo normal, mas suspendeu o anti-inflamatório via oral e mandou ele tomar injeções diárias intramuscular profunda...caraca, quando eu vi ele falando isso, gelei. O cara quase de jejum tomar uma agulhada dessas, vai desmaiar... e foi quase isso.
Aproveitando que já estávamos na rua fui até meu serviço deixar o atestado nº 2, o de acompanhamento do Marcelo, que precisou de perícia médica (incrível!!!) e o taxímetro rodando lá em baixo outra vez.... (deixamos o carro do papai em casa pois ele ia buscar o meu na oficina, deixar em casa pra mim e pegar o dele de volta. Nem sei como agradecer, meus pais quebraram um galhão!!!).
Naquela tarde tinha acabado a luz aqui em casa e até já tinha me preparado para desmarcar a revisão do Marcelo (imagina descer 6 andares de escadas?), mas a luz colaborou e voltou antes.
Chegamos em casa correndo deixei o Marcelo, peguei meu carro, fui buscar a Marina, liguei pro Marcelo descer para irmos à farmácia para ele tomar a injeção (pois na volta do médico, quando paramos de táxi na porta da farmácia e quisemos comprar o medicamento ali, adivinhem o que aconteceu??? Não tinha!!! Só na farmácia há 300 metros, mas desta vez não dava para ir pois tinha de buscar a pequena na escola.)
Paramos na farmácia e como Marina estava conosco fiquei no carro esperando por ele. Voltou amparado pelo farmacêutico, pois a pressão caiu demais na hora da bendita...
Chegamos em casa, Marina a mil por hora (tomou uma tigela de açaí no colégio de lanche, imaginem a energia) e Marcelo sem quase conseguir andar ou falar de tão baixa que tava a pressão dele. Ele conseguiu comer 2 potinhos de gelatina enquanto Marina colocava o quarto abaixo.
Quando tudo parecia mais tranqüilo ACABOU A LUZ. Marina que estava um foguete se viu sozinha naquela escuridão e começou a me chamar: ¿onde tá a mamãe?¿. Eu fui a seu ¿resgate¿ e Marcelo foi se deitar no sofá da sala. Mas gente, eu não sabia onde tinha velas ou fósforos em casa. Só a empregada sabia, mas meu telefone de casa é sem fio e sem energia nada feito. Tateamos até acharmos o celular, liguei para ela e ela disse que estava num canto alto do armário da cozinha.
Eu ia ter de achar as escadas, nos escuro, subir e procurar as velas. Ótimo! Nada de escadas, mas encontrei um banquinho e achei as velas depois de muitos pedidos de calma e paciência à Marina que queria ficar atrás de mim.
Gaças ao ex-vício de Marcelo achei um esqueiro perdido e acendi as velas...Marina adorou, mas eu não gostei muito, pois ela queria ficar apagando as velinhas... ¿sopa, mamãe, sopa...fuuuuuuuuuuuuuuuuu¿. Ai, eu quase tive um treco, depois de tanto trabalho a menina ficar querendo apagar as velinhas. Daí, meu bem-humorado marido se lembrou que estávamos de aniversário de namoro ontem e Marina completando 1 ano e 10 meses e resolvemos deixar uma vela acesa parra cantar parabéns para a gente e deixar a Marina apaga-la.
Fiz tudo a luz de velas, muito romântico...troquei marina, escovei os dentinhos, coloquei o pijama e a pus para dormir. Graças à Deus dormiu rápido.
Hoje foi um dia comum, ou quase, mas bem melhor que a saga que escrevi acima, e até tive tempo de vir aqui digitar 3 páginas de texto...tô de folga hoje...hahahahahahahah
Agora deixa recado se revê paciência de ler tudo. Duvido que alguém tenha, mas tinha que deixar este momento de tantos acontecimentos inusitados registrados para a posteridade!
3:48 PM
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